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sexta-feira, 11 de março de 2011

Ação e reação.

Incrédulos e rasteiros jogos de carta,amantes jogos de azar.
Prezo na vazia,vaga e tola noite,no alvorecer da pétala da flor mais sublime e propícia do jardim.
Jardins, onde brotam os amores, as alegrias e as mais quentes e verdadeiras paixões.

Mas onde estará o jogo que me queima?

Onde posso ou poderia trazer as vítimas do meu nascimento?

E como poderei coloca-las no altar?

...Onde posso amar?

...Onde posso suspirar?

No inferno escuro da minha alma,que brota as cadeias vingativas mais altivas para assepsia de desejos...
Num clímax mais intenso,
Num magma estrelar;
Na altivez de um regozigio
No topo do meu amor e de todos os sentimentos,que se tornam mesquinhos e eternos

Ficará louvando a beleza,enquanto louvo o amor...
Amando a tristeza,enquanto prezo o amor...
Agirá de forma estranha e te retribuirei,
Agirá sem ação e te retornarei
Quando souber o que acontece,te direi;
Quando tiver oportunidade,falarei;
Não saberás o motivo,a verdade da ciência ou a política.
Mas te trato como acho que me tratas;
Me magoa e me mata.


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