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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A desiludida da nova esperança


#59

Já começamos com a nossa protagonista morta,  imóvel, gelada. O funeral da morta era simples, tranquilo e não havia muita rezas. Uma vez ou outra surgia uma desconhecida, chorando, se jogava sobre o cachão. Assim aconteceu o funeral, minutos após minuto e durante todo o velório,quando a calma e a paz pareciam estaladas no ambiente vinha um ou outro, no pranto, no choro.

O cachão foi fechado e o cortejo aconteceu tranquilamente, da casa até o cemitério, nesse momento não houve choros , mas todos encenavam que estavam consternados com a perda.Uma pequena palavra,de unção extrema,e no momento de descer o caixão, três batidas foram ouvidas e um silêncio permaneceu,até perceberem que o barulho vinha do dormitório da morta; a morta estava mais viva do que nunca.

4 comentários:

  1. Nossa, interessante e original o conto! Voltarei pra olhar as demais postagens!
    Bj, bom feriado e sucesso com teu blo!

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  2. Muito bom gostei, estou acompnhanado a versao da globo também =D

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  3. Comentei, passa no meu? www.bepclub.com.br

    CURTE NO FACE POR FAVOR www.facebook.com/bepclub

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  4. Já aconteceu casos assim.
    Passe no meu.
    Retribuo sempre.

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